domingo, 17 de julho de 2011

carta para um irmão



Amigo, há tempos que não nos vemos, portanto há saudade em demasia.
Não doeria tanto assim se soubéssemos que logo menos passaria pelo reencontro pós viagem longa.
Mas quando nos lembramos que já não estamos mais no mesmo mundo, a dor da saudade passa ser ilimitada, sem fim, assim, pra sempre...
Sinto saudade dos incontáveis filmes na tela do cinema... desenhos animados, e tantas outras aventuras que conseguíamos encaixar nas noites em meio a semana.
Lembra daquelas corridinhas ao shopping Iguatemi pra pegar a ultima sessão da noite???
Como desculpa, valia até invocar a necessidade de comprar óculos novos de natação na Decathlon.
Tenho que lhe dizer também que sinto uma falta absurda dos nossos segredos, daqueles que cultivávamos com um carinho ímpar. Mas que estão guardados, agora, para sempre em nossos corações.
Ah, Floripa vai ficar pra sempre na saudade!!!
Não sabemos quando nos encontraremos, mas bem sabemos que um dia esse reencontro acontecerá!
Sempre que oro, me lembro de você e sinto um carinho absoluto, por isso, tenho certeza que você está recebendo minhas energias de alegria para você.
O recado que você deixou pra mim no último aniversário (ao ladinha da foto da Mariska) foi “espero que possamos estar sempre juntos”.
Eu termino essa carta dizendo: estamos juntos, amigo!!!
E, espere pelo dia que estaremos mais juntos ainda.

Aquele abraço,

Thi

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Stand Up

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Acorda Brasil!!!

sonda-me e usa-me!


Sonda-me, Senhor, e me conhece
Quebranta o meu coração
Transforma-me conforme a Tua palavra
E enche-me até que em mim se ache só a Ti


Então, usa-me, Senhor
Usa-me
(REFRÃO)
Como um farol que brilha à noite
Como ponte sobre as águas
Como abrigo no deserto
Como flecha que acerta o alvo
Eu quero ser usado da maneira que te agrade
Qualquer hora e em qualquer lugar
Eis aqui a minha vida
Usa-me, Senhor
Usa-me
Sonda-me, Senhor, e me conhece
Quebranta o meu coração
Transforma-me conforme a Tua palavra
E enche-me até que em mim se ache só a Ti
Então,
Usa-me, Senhor
Usa-me
(REFRÃO)
Como um farol que brilha à noite
Como ponte sobre as águas
Como abrigo no deserto
Como flecha que acerta o alvo
Eu quero ser usado da maneira que te agrade
Qualquer hora e em qualquer lugar
Eis aqui a minha vida
Usa-me, Senhor
Usa-me
Sonda-me,
Quebranta-me,
Transforma-me,
Enche-me,
E usa-me.
Sonda-me,
Quebranta-me,
Transforma-me,
Enche-me,
E usa-me....Senhor

domingo, 2 de janeiro de 2011

fragmentos invisíveis

O dia pediu barulho. Eu escolhi o silêncio.
O instante disse que queria um clarão de fogos. Eu optei pelo céu escuro, iluminado apenas pelas luzes mágicas das estrelas.
A circunstância desejou multidões. Eu contei com dois dedos as pessoas que estariam ao meu lado: especialidade seria um adjetivo fraco pra caracterizar a companhia delas!
A situação implorou pelos desejos da carne! A alma se impôs e inclinou para os desejos do Espírito.
Falar de Deus num momento desses já é por conta própria uma dádiva vinda dos céus, mas ouvi-lo citar o Pequeno Príncipe foi pra marcar a ruptura na historicidade humana.
O leve toque que eu sinto nas mãos agora não contém essência descritiva, de forma que me impossibilita a sua real transcrição emotiva. É possível apenas dizer que estou feliz.
O 2010 ficou enterrado. Junto dele ficaram todas as coisas do passado. Que venha tudo novo e se for pra existir algo ainda ligado ao ano findado, que a beleza de Deus inicie sua contagem novamente do zero.
Zerar significa reconstruir, reinventar, refazer, mas realizar.
Que o futuro não remonte ao passado e que o presente seja uma dádiva compartilhada apenas com os que têm fome de justiça!
Venha 2011!!! 

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

você me faz parecer menos só

Quando você pinta tinta, dessa tela cinza
Quando você passa doce, dessa fruta passa
Quando você entra mãe-benta, amor aos pedaços
Quando você chega nega fulô
Boneca de piche
Flor de azeviche
Você me faz parecer menos só
Menos sozinho
Você me faz parecer menos pó
Menos pozinho

Quando você fala bala, no meu velho oeste
Quando você dança lança flecha, estilingue
Quando você olha molha meu olho que não crê
Quando você pousa mariposa morna, lisa
O sangue encharca a camisa
Você me faz parecer menos só
Menos sozinho
Você me faz parecer menos pó
Menos pozinho

Quando você diz, o que ninguém diz
Quando você quer, o que ninguém quis
Quando você ousa lousa pra que eu possa ser giz
Quando você arde, alardeia sua teia cheia de ardis
Quando você faz a minha carne triste, quase feliz.